31 997320837 TENHO PRONTO Violencia contra a mulher

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Seja bem vindo(a) ao início do semestre.
A Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) terá como
orientação a discussão sobre o papel do Assistente Social contra a violência doméstica
em relação às mulheres. As preocupações que orientam essa temática se inscrevem
diante do aumento de mulheres em situação violência, diante do quadro de
isolamento e distanciamento social, motivados pela pandemia COVID-19, pois, “as
restrições de movimento, limitações financeiras e insegurança generalizada encorajam
os abusadores, dando-lhes poder e controle adicionais” (MARQUES [et al], 2020, p.2).
Para compreender este cenário, faz-se necessário dedicar-se à uma
breve contextualização acerca das construções sócio-históricas em relação aos papéis
sociais atribuídos às mulheres e aos homens, que demarcam as relações sociais na
esfera do privado e do público. Neste caminho à reflexão, apresenta-se o movimento
das lutas femininas pela igualdade de direitos e de oportunidades, adquirindo maior
representatividade a partir da segunda metade do século XX; sem desconsiderar,
entretanto, as lutas anteriores.
As conquistas na esfera do trabalho, por exemplo, inserem as
mulheres em um campo de dominação que reconhece a existência de sua mão-deobra
mas, não promove a equidade salarial. Para além da exploração presente no
mercado de trabalho, há outro agravante que se encontra no ambiente da casa, uma
vez que, os trabalhos domésticos, assim como os cuidados com os filhos não são
compartilhados, corroborando a lógica do patriarcado. Entende-se o patriarcado como
um conjunto de ideias e normativas pautadas pela dominação masculina, ou seja, é
atribuído culturalmente o poder aos homens nas relações familiares e públicas.
Evidentemente que, essa nota introdutória não viabiliza a
profundidade do debate teórico desenvolvido pelas diferentes perspectivas científicas
sobre as lutas femininas, o feminismo ou o patriarcado contudo, pode lançar luzes no
que tange à compreensão sobre a violência contra a mulher presente nestas relações
sociais que são cultural e historicamente construídas, fundamentadas pelo poder
masculino.
A violência contra a mulher deve ser analisada a partir das diferentes
formas de manifestação (física, psicológica ou patrimonial) e, é considerada pela OMS
(Organização Mundial da Saúde) como um fenômeno social, de saúde pública e
multifatorial que afetam pessoas, famílias e comunidades (FIOCRUZ, 2020, p.2).
Para realizar a atividade do portfólio você deverá criar um texto de própria
autoria, utilizando-se do material disponibilizado. O texto deverá ser estruturado
seguindo as normas da ABNT e as regras indicadas neste documento de orientação.
Por meio da leitura e interpretação da SGA e da situação-problema destacada,
vocês, futuros profissionais, deverão elaborar uma produção textual com respaldo
metodológico nas disciplinas que foram cursadas ao longo deste semestre.
SITUAÇÃO GERADORA DE APRENDIZAGEM
Nesta situação geradora de aprendizagem a proposta é provocá-lo(a) à reflexão sobre
a violência contra a mulher que é um problema social e de saúde pública, já que viola
os Direitos Humanos Fundamentais e compromete o desenvolvimento social de um
país. Entendendo os desafios propostos pela profissão, partindo do Projeto Ético
Político e a dedicação à Questão Social é fundamental problematizar o papel do(a)
assistente social no combate e prevenção deste tipo de violência. Associado à esta
preocupação, não se pode perder de vistas que, existem obstáculos que muitas vezes
impedem a efetivação de uma rede de serviços, programas e projetos capaz de
consolidar uma política social efetiva de atendimento.
SITUAÇÃO PROBLEMA
Como problemática deste trabalho, a equipe docente disponibiliza alguns
questionamentos capazes de orientar o desenvolvimento de uma análise crítica,
pautada no debate teórico, prático e interdisciplinar. Leia atentamente o fragmento
da reportagem Violência contra a mulher: a pandemia que não cessa.
A violência contra a mulher é uma questão global e um problema de saúde pública que
atinge todas as classes sociais e diferentes níveis de formação cultural, educacional,
religiosa, profissional. Em 2006, entrou em vigor no Brasil a Lei Maria da Penha, que
criou mecanismos de proteção e defesa para coibir o problema, inclusive com normas
estipulando as diversas formas de violência — física, sexual, patrimonial, moral e
psicológica. Antes da Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher era tratada como
um crime de menor potencial ofensivo, ou seja, a punição se limitava a trabalhos
comunitários e pagamento de cestas básicas. Não havia dispositivo legal para
penalizar os agressores com mais rigidez. Com a entrada em vigor da lei em 21 de
setembro de 2006, essa realidade mudou e, além de fazer a sociedade encarar a
violência contra o gênero feminino como crime, ela deixou de ser apenas uma questão
familiar e se tornou também uma responsabilidade do Estado. O problema sempre
existiu ao redor do mundo e ganhou destaque nos últimos anos com a evolução do
papel da mulher no ambiente social, político e profissional, a consolidação do
movimento feminista e a luta pela promoção da igualdade de direitos. […]
ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO
A partir das leituras da situação geradora de aprendizagem e da situação-problema
apresentadas, o desafio como futuros profissionais do Serviço Social consiste em
desenvolver um texto crítico, dissertativo-argumentativo, cujas reflexões sejam
subsídios para que possam elaborar uma proposta objetiva de intervenção,
priorizando o atendimento e proteção às mulheres em situação de violência, assim
como a punição ao agressor. Somando-se a essa orientação, você deve se respaldar
nos direcionamentos (questionamentos) das disciplinas do semestre em questão. As
suas contribuições deverão ser expostas observando as referências bibliográficas
indicadas.
No que tange à organização formal, o trabalho deve seguir as seguintes
recomendações:
A violência doméstica contra a mulher pode ser vista como uma questão não apenas
social, mas com implicações na saúde pública, já que, as agressões interferem
diretamente no desenvolvimento das potencialidades da mulher, dificultando a
inserção no mercado de trabalho e em sua produtividade.
Estudos apontam que mulheres expostas a violência doméstica e familiar apresentam
uma menor capacidade de concentração e de tomar decisões importantes no trabalho,
por consequência do aumento do estresse, menor produtividade e questões que
envolvem a autoestima. Com isso, existe uma tendência de aumento da instabilidade
no emprego e consequente aumento das taxas de desemprego nessa parcela da
população.
Nesse sentido, empresas devem incorporar no seu planejamento proposta para ajudar
eventuais profissionais que estejam vivenciando essas situações, a fim de auxiliar a
mulher a lidar com a situação e a recuperar todo o potencial produtivo. Essa é uma
questão fundamental relacionada a uma questão de smart business, pois afeta todo o
planejamento estratégico e financeiro de uma empresa.
Dessa forma, imagine que você está participando da elaboração de políticas a serem
adotadas por uma empresa para identificar mulheres que estejam passando por uma
situação de violência e fornecer ajuda para a resolução desse problema. Quais seriam
suas propostas para avançar nessa temática e auxiliar as mulheres que estejam nessa
situação?
A formação da sociedade brasileira é pautada por um complexo processo de
desigualdades cuja construção histórica firmou suas bases em uma espécie de
mentalidade colonizada e orientada pelo patriarcalismo e patrimonialismo, que pode
ser entendido como uma herança do modo de produção escravista, que permaneceu
oficialmente até 1888. Considerando esse cenário, ter-se-á como resposta, práticas
objetivas e subjetivas que violaram o direito de existir de homens e mulheres africanos
(as) e seus(suas) descendentes brasileiros(as); e embora a escravidão seja associada ao
racismo, é no pós-abolição que se fortalece sendo institucionalizado pelas narrativas
da inferioridade biológica da população negra, apoiada pelas teorias racistas e pelo
projeto de branqueamento, esse último entendido como possibilidade para o
desenvolvimento nacional. As formas institucionalizadas do racismo no pós-abolição,
pautadas pelo racismo – preconceito – discriminação, ainda compõem a vida da
população negra, contudo, dada às particularidades e singularidades históricas de cada
período, hoje o Brasil se vê caminhando tanto no debate, quanto na prática e, essa
preocupação teve maior relevância a partir do ano de 2001 quando o país firmou
acordos internacionais, cuja premissa era desenvolver estratégias políticas, capazes
romper com os altos índices de desigualdade racial.
Dado este contexto, este texto apresenta uma breve introdução para pensarmos esse
debate sobre o racismo do ponto de vista da violência contra as mulheres negras, cujos
corpos objetificados são violentados tanto por serem mulheres, quanto por serem
negras. Entendendo que, tanto a SGA quanto SP têm como premissa o debate sobre a
violência doméstica contra a mulher em tempos da pandemia COVID-19, cujos índices
aumentaram significativamente, é fundamental direcionar o olhar para as mulheres
negras.
Tomando como referência as discussões teóricas realizadas pela disciplina de Homem,
Cultura e Sociedade (assim como as referências bibliográficas indicadas), desenvolva a
reflexão sobre as desigualdades entre homens e mulheres, o impacto da violência
contra as mulheres relacionando com o alto índice às mulheres negras. É fundamental
que a equipe, tenha como orientação a reflexão sobre os impactos do racismo na
sociedade brasileira (problematizando conceitualmente racismo, preconceito e
discriminação).
A violência contra a mulher deve ser vista em sua complexidade,
multidimensionalidade e historicidade. Regado de diversos desafios e marcos
históricos na luta pelo seu enfrentamento, vale citar, segundo o Pacto Nacional de
Enfrentamento à Violência contra a mulher, as conquistas advindas da criação da Lei
Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), como a determinação de encaminhamentos das
mulheres em situação de violência, e seus dependentes, a programas e serviços de
proteção e de Assistência Social (BRASIL, 2011).
Nos dias atuais muitos são os índices de violência que se pode notar, principalmente
em relação à violência de gênero. Diante disto, a mulher em situação de violência tem
o direito de estar protegida pelo Estado através de suas políticas públicas, que devem
estar articuladas nas diferentes esferas da vida social. Visando atuar neste sentido, a
Política Nacional de Assistência Social tem um importante papel na prevenção,
assistência, proteção e garantia dos direitos destas mulheres. Discorra sobre a maneira
pela qual a Política Nacional de Assistência Social pode auxiliar nestes casos, qual(is)
o(s) órgão(s) que podem dar o respaldo nestas situações. Além disso, é sabido que
uma das maneiras de se combater a exclusão social e as situações de vulnerabilidade
acontecem através do empoderamento. O que vem a ser isto? Explique sobre o tema.
Após a finalização de todas as etapas anteriores, você precisa desenvolver um texto
dissertativo-argumentativo apresentando todas as questões que foram propostas. É
necessário que o texto seja coerente e contemple as propostas de reflexão
apresentadas anteriormente. Dessa forma, as partes do texto devem “conversar entre
si”, de modo que seja possível perceber como eles se relacionam.
Sendo assim, a organização e formatação devem ser feitas de acordo com as normas
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Devem ser observados os
seguintes quesitos: fonte utilizada, parágrafo, espaçamento entre linhas e citações. As
citações devem seguir as orientações para citações diretas e indiretas (NBR 10520 de
2002). Ao finalizar o texto também devem ser apresentadas as referências (NBR 6023
de 2002) utilizadas para a elaboração do documento

ID da Postagem: 7116085b9f43a456

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